Reservatório que rompeu e matou uma pessoa em Campina Grande foi construído nos anos 1960 e não apresentava registro técnico, afirma Cagepa
- amgwebradioetv

- 15 de nov.
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O reservatório de água da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) que rompeu em 8 de novembro e matou uma idosa, além de deixar duas pessoas feridas, foi construído na década de 1960, não apresentava danos estruturais nem registro técnico. As informações foram confirmadas pelo presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Neves, à TV Paraíba.
De acordo com o presidente, o reservatório que rompeu não integrava uma lista de estruturas em estado crítico e, segundo Marcus Vinícius, a estrutura era considerada “íntegra” para os padrões dos reservatórios no estado.
“Fazemos inspeções visuais em todos os reservatórios, e alongamos e verificamos o nível de criticidade. Aqueles que são mais críticos são colocados em um ambiente específico. Esse de Campina Grande não estava nos relatórios de críticas, ou seja, não apresentava ferragens expostas, desplacamento de concreto de parede e outros elementos que a própria estrutura de concreto indica que está precisando de um olhar especial. Esse reservatório se encontrava íntegro, não apresentava vazamentos, não apresentava qualquer tipo de dano estrutural”, explicou Marcus Vinícius à TV Paraíba.
Ainda segundo Marcus Vinícius, os reservatórios da companhia integram um processo que chamam de “recuperação de reservatórios”. Esse processo consiste no ato de lavar os reservatórios por completo, após o esvaziamento, e uma equipe de engenheiros faz uma observação das filmagens feitas no interior das estruturas para avaliar as condições dos reservatórios.





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