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4 impactos para o Brasil de uma ação dos EUA na Venezuela

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa neste domingo (9/11) na Colômbia da 4ª Cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos), que deve ter o aumento da tensão entre Estados Unidos e Venezuela como tópico principal.

Em um primeiro momento, não havia previsão de participação de Lula no evento, mas ele anunciou de última hora que deixará por alguns dias a COP30 em Belém para viajar a Santa Marta.

Segundo o presidente brasileiro, a reunião da Celac só fará sentido se os navios de guerra dos Estados Unidos posicionados no Caribe estiverem na pauta. "Somos uma zona de paz, não precisamos de guerra aqui. O problema que existe na Venezuela é um problema político que deve ser resolvido na política", acrescentou Lula.

Há dois meses, as forças armadas americanas vêm reforçando sua presença no Mar do Caribe com navios de guerra, caças, bombardeiros, fuzileiros navais, drones e aviões espiões. É o maior destacamento militar na região em décadas.

O governo de Donald Trump afirma estar comandando um esforço para reprimir o narcotráfico na região e acusa o presidente venezuelano Nicolás Maduro de liderar o Cartel de los Soles, grupo classificado como organização narcoterrorista.

Forças dos EUA já realizaram pelo menos 17 ataques a barcos suspeitos de transportar drogas no Caribe, perto da costa venezuelana, nas últimas semanas, matando mais de 60 pessoas.

Na semana passada, Trump minimizou a possibilidade de uma guerra com a Venezuela, mas sugeriu que os dias de Maduro no poder estavam contados.

Em 15 de outubro, o presidente americano confirmou ter autorizado a agência de inteligência CIA a conduzir "operações secretas" em solo venezuelano, no que foi considerada uma indicação de que Washington está disposto a escalar a tensão a níveis inéditos.

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