Controle, ciúme e agressão na lua de mel: ciclo de violência doméstica levou à prisão de João Lima
- amgwebradioetv

- 27 de jan.
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Um ciclo de violência doméstica marcou o casamento entre João Lima e a médica e influenciadora Raphaella Brilhante, conforme relatos da própria vítima. O cantor paraibano está preso, desde a última segunda-feira (26), no Presídio do Róger, em João Pessoa, pelas agressões praticadas contra a ex-esposa.
Segundo a vítima, as violências começaram com o controle da rotina dela, ciúme excessivo e agressões que deixaram marcas no corpo.
Em entrevista à TV Cabo Branco, Raphaella relatou que os primeiros sinais surgiram antes das agressões. O comportamento, que parecia ciúme, passou a limitar sua liberdade e a interferir em atividades do dia a dia.
Controle da rotina foi o primeiro sinal: ‘eu não podia ir à academia sozinha'
Raphaella contou que, desde o início do relacionamento, precisava informar horários e deslocamentos. Segundo ela, não podia ir sozinha nem mesmo à academia e era questionada quando ficava mais tempo fora de casa.
“O que eu estava achando que era ciúme, que era normal, na verdade já era controle. Eu tinha que estar com a minha mãe, se eu fosse só, eu tinha que avisar. Se eu passasse mais que uma hora na academia, ele começava a dizer que eu estava fazendo alguma coisa de errado”, afirmou.
Na entrevista, a médica disse que acreditava que o comportamento poderia mudar com o tempo, já que João Lima reconhecia o ciúme como um problema. Segundo ela, isso não aconteceu.
“Ele sempre falava que esse era o defeito dele, que ia tentar mudar, mas não melhorava”, relatou.
Agressões começaram após o casamento

De acordo com Raphaella, as agressões físicas começaram após o casamento, realizado em novembro de 2025. O primeiro episódio teria ocorrido poucos dias depois da cerimônia, ainda durante a lua de mel.
“Cinco dias depois, quando eu tava na minha lua de mel, ele já me bateu. E quando ele chegou no quarto, ele chegou completamente louco. Ele chegou falando mil coisas e já partiu para cima de mim. Eu gritei muito por socorro, mas ninguém me ouviu”, disse.
A vítima afirmou que, mesmo após esse episódio, tentou seguir no relacionamento acreditando, ainda, em uma mudança de comportamento
FONTE: G1






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